...os evocados pela estranha capa do 21º st Schizoid Man...há muita beleza escondida nele. Pra exemplificar:
Chamam-na filha da lua
Dançando na quietude de um rio
Solitária filha da lua
Sonhando na sombra de um vimeiro
Falando para as árvores
De estranhas espirais
Dormindo nos degraus de uma fonte
Agitando a magia para a canção dos pássaros noturnos
Esperando pelo sol da montanha
Ela é uma filha da lua
Juntando as flores em um jardim
Amável filha da lua
Flutuando pelos ecos das horas
Navegando sobre o vento
Em seu lácteo vestido
Deixando circulares pedras sobre o relógio de sol
Jogando esconde-esconde
Com os fantasmas do entardecer
Esperando um sorriso do filho do sol
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Anos passados no Palácio do Exílio...
"Exilio é isto: quando o desejo anda por lugares onde o corpo não pode ir" - Helder Modesto in O Navio de Cristal
sexta-feira, 24 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Minha homenagem
É uma música que fala de despedida...e de retorno. Um tema caro pra mim. Por isso ai esta ela.

Um dia na sua vida
Você vai lembrar de um lugar
De alguém tocando seu rosto
Você vai voltar, vai olhar em volta, você vai...
Um dia na sua vida
Você vai lembrar do amor que encontrou aqui
Você vai lembrar de mim de alguma forma
Embora você não precise de mim agora
Eu vou ficar no seu coração
E quando as coisas desmoronarem
Você vai lembrar de um dia...
Um dia na sua vida
Quando você descobrir que você sempre esteve
esperando
Por um amor que costumávamos dividir
Apenas chame o meu nome, e eu estarei lá
Você vai lembrar de mim de alguma forma
Embora você não precise de mim agora
Eu vou ficar no seu coração
E quando as coisas desmoronarem
Você vai lembrar de um dia...
Um dia na sua vida
Quando você descobrir que sempre esteve sozinha
Por um amor que costumávamos dividir
Apenas chame o meu nome, e eu estarei lá
quinta-feira, 2 de julho de 2009
O Jardim Apartado
Estou farto de dúvidasDe viver à luz de um certo sul
Laços cruéis
Os servos têm o poder
Homens ignóbeis e suas mulheres vulgares
Puxam cobertores vulgares sob
Os nossos marinheiros
(e tu onde estás nesta hora escura,
A aparar a barba ou a beber uma margarita?)
Estou farto das caras soturnas
Que me olham das torres televisivas
Quero rosas nos canteiros do meu jardim, compreendido?
Bebés reais e rubis
Devem agora tomar o posto
Dos estranhos abortos na lama
Estes mutantes, pasto de sangue
Para a planta semeada
Estão à espera de nós até o Jardim Apartado
Sabes o quão pálida e excitantemente indesejada vem a morte numa hora estranha, sem anunciar, imprevista
Como um hóspede inimigo que levamos para a cama
A morte faz anjos de todos nós e dá-nos asas
Onde tínhamos ombros macios como as garras dos corvos
Chega de dinheiro, chega de fantasias
Este outro reino é de longe melhor
Até que a sua outra face mostre incesto
E a cega obediência a uma lei vegetal
Não irei
Prefiro a Festa dos Amigos
À Família do Gigante
terça-feira, 23 de junho de 2009
Procura-se vocal feminino - classic rock!
Procuramos garota QUE GOSTE de rock clássico (Led Zeppelin, Janis, Stones, Purple principalmente) e que saiba ao menos pronunciar bem inglês para vocal de banda cover com pretensões para futuro trabalho próprio. Sabemos ser agulha no palheiro no Vale do São Francisco, mas não perdemos a esperança...rss contato: jeancarlos_correa@hotmail.com
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Mais um surto consumista estranho...
- Veneno para matar rato
- Uma mangueira dessas de regar jardim
- um relógio de parede
- pilhas alcalinas
- Uma mangueira dessas de regar jardim
- um relógio de parede
- pilhas alcalinas
Um pouco mais de Barthes e seus fragmentos do discurso amoroso...
Abraço: o gesto do abraço apaixonado parece preencher, num momento, para o sujeito, o sonho da união total com o ser amado.
Acanhamento: cena entre vários, na qual o implícito da relação de amor age como um constrangimento e suscita um embaraço coletivo de que ninguém fala.
Adorável: não conseguindo atribuir um nome à especialidade do seu desejo pelo ser amado, o sujeito apaixonado decide-se por esta palavra um pouco tola: adorável!
Angústia: o sujeito apaixonado, por esta ou aquela contingência, sente-se arrastado pelo medo de um perigo, de um mal, de um abandono, de uma alteração - sentimento que exprime sob o nome de angústia.
Atopos: o ser amado é reconhecido pelo sujeito apaixonado como "atopos" (qualificação dada a Sócrates pelos seus interlocutores), isto é, inclassificável, de uma originalidade sempre imprevista.
Ausência: todo episódio de linguagem que põe em cena a ausência do objeto amado - quaisquer que sejam a causa e a duração - e tende a transformar essa ausência em prova de abandono.
Chorar: propensão particular do sujeito apaixonado para chorar: modos de aparecimento e função das lágrimas nesse sujeito.
Ciúme: "sentimento que nasce do amor e que é produzido pelo receio de que a pessoa amada prefirao outro" (Littré)
Compreender: vendo de repente o episódio de amor como um nó de razões inexplicáveis e de soluções bloqueadas, o sujeito exclama: "Quero compreender ( o que está acontecendo comigo)!"
Declaração: propensão do sujeito paixonado para falar abundantemente, numa emoção contida, com o ser amado do seu amor, dele, de si, de ambos - a declaração não incide sobre o testemunho do amor, mas sobre a forma, infinitamente comentada, da relação de amor.
Dedicatória: episódio da linguagem que acompanha todo o presente de amor, real ou projetado, e, mais genericamente, todo gesto, efetivo ou interior, pelo qual o sujeito dedica qualquer coisa ao ser amado.
Dependência: figura onde se vê a condição específica do sujeito apaixonado, escravo do objeto amado.
Despertar: modos vários em que se encontra, ao despertar, o sujeito apaixonado, reinvestido no desejo da sua paixão.
Destruir-se: sopro de aniquilamento que afeta o sujeito apaixonado, por desespero ou por saturação.
Encontro: a figura refere-se aos momentos felizes que imediatamente se seguiram ao primeiro encantamento, antes de nascerem as dificuldades da relação de amor.
Escrever: enganos, debates e impasses a que dá lugar o desejo de "exprimir" o sentimento de amor numa "criação" (especialmente da escrita).
Espera: tumulto de angústia suscitado pela espera do ser amado, devido pequenos atrasos (encontros, telefonemas, cartas, regressos).
Eu-amo-te: a figura não se refere à declaração de amor, à confissão, mas à proferição repetida do grito de amor.
Exílio: decidindo renunciar ao estado de amor, o sujeito vê-se com tristeza exilado do seu Imaginário.
Fading: prova dolorosa segundo a qual o ser amado parece retirar-se de todo o contato sem que esta indiferença enigmática se volte contra o sujeito apaixonado ou se decida em benefício do outro, seja ele quem for, mundo ou rival.
Festa: o sujeito apaixonado vive todo o encontro com o ser amado como uma festa.
Identificação: o sujeito identifica-se dolorosamente com qualquer pessoa (ou personagem) que ocupe na estrutura de amor a mesma posição que ele.
Indução: o ser amado é desejado porque alguém lhe mostrou que ele é desejável - por muito especial que seja, o desejo de amor descobre-se por indução. "A beleza é a fonte necessária do nascimento do amor; predispõe-nos para a paixão pelos elogios que ouvimos dar a quem iremos amar"(Stendhal: De l'amour).
Insuportável: o sentimento de uma acumulação de sofrimentos de amor explode neste grito - "Isto não pode continuar."
Languidez: estado sutil do desejo de amor, experimentado na ausência deste, foa de todo o querer-para-si.
Louco: o sujeito apaixonado é atravessado pela idéia de que está ou vai ficar louco.
Magia: consultas mágicas, pequenos ritos secretos e ações de voto não estão ausentes da vida do sujeito apaixonado, seja qual for a cultura a que pertença.
Mutismo: o sujeito apaixonado angustia-se quando o objeto amado responde perniciosamente, ou não responde, às palavras (discurso ou cartas) que ele lhe dirige.
Nuvens: sentido e utlização de sombreamento do humor que atinge o sujeito apaixonado graças a circunstâncias várias.
Objetos: todo o objeto tocado pelo corpo do ser amado torna-se parte desse mesmo corpo e o sujeito sente-se apaixonadamente atraído por ele.
Porquê: ao mesmo tempo que se interrroga obcecadamente por que motivo não pe amado, o sujeito apaixonado vive com a convição de que, na verdade, o objeto amado o ama mas não o diz.
Sedução: episódio tido por inicial (embora possa ser reconstituido depois) no decurso so qual o sujeito apaixonado se sente "seduzido" (capturado e encantado) pela imagem do objeto amado (nome popular: amor à primeira vista; nome sábio: paixão).
Verdade: todo o episódio de linguagem relacionado com a "sensação de verdade" que o sujeito apaixonado experimenta ao pensar no seu amor, quer julque ser o único a ver o objeto amado "na sua verdade", quer defina a especialidade da sua própria exigência como uma verdade à qual não pode ceder.
Acanhamento: cena entre vários, na qual o implícito da relação de amor age como um constrangimento e suscita um embaraço coletivo de que ninguém fala.
Adorável: não conseguindo atribuir um nome à especialidade do seu desejo pelo ser amado, o sujeito apaixonado decide-se por esta palavra um pouco tola: adorável!
Angústia: o sujeito apaixonado, por esta ou aquela contingência, sente-se arrastado pelo medo de um perigo, de um mal, de um abandono, de uma alteração - sentimento que exprime sob o nome de angústia.
Atopos: o ser amado é reconhecido pelo sujeito apaixonado como "atopos" (qualificação dada a Sócrates pelos seus interlocutores), isto é, inclassificável, de uma originalidade sempre imprevista.
Ausência: todo episódio de linguagem que põe em cena a ausência do objeto amado - quaisquer que sejam a causa e a duração - e tende a transformar essa ausência em prova de abandono.
Chorar: propensão particular do sujeito apaixonado para chorar: modos de aparecimento e função das lágrimas nesse sujeito.
Ciúme: "sentimento que nasce do amor e que é produzido pelo receio de que a pessoa amada prefirao outro" (Littré)
Compreender: vendo de repente o episódio de amor como um nó de razões inexplicáveis e de soluções bloqueadas, o sujeito exclama: "Quero compreender ( o que está acontecendo comigo)!"
Declaração: propensão do sujeito paixonado para falar abundantemente, numa emoção contida, com o ser amado do seu amor, dele, de si, de ambos - a declaração não incide sobre o testemunho do amor, mas sobre a forma, infinitamente comentada, da relação de amor.
Dedicatória: episódio da linguagem que acompanha todo o presente de amor, real ou projetado, e, mais genericamente, todo gesto, efetivo ou interior, pelo qual o sujeito dedica qualquer coisa ao ser amado.
Dependência: figura onde se vê a condição específica do sujeito apaixonado, escravo do objeto amado.
Despertar: modos vários em que se encontra, ao despertar, o sujeito apaixonado, reinvestido no desejo da sua paixão.
Destruir-se: sopro de aniquilamento que afeta o sujeito apaixonado, por desespero ou por saturação.
Encontro: a figura refere-se aos momentos felizes que imediatamente se seguiram ao primeiro encantamento, antes de nascerem as dificuldades da relação de amor.
Escrever: enganos, debates e impasses a que dá lugar o desejo de "exprimir" o sentimento de amor numa "criação" (especialmente da escrita).
Espera: tumulto de angústia suscitado pela espera do ser amado, devido pequenos atrasos (encontros, telefonemas, cartas, regressos).
Eu-amo-te: a figura não se refere à declaração de amor, à confissão, mas à proferição repetida do grito de amor.
Exílio: decidindo renunciar ao estado de amor, o sujeito vê-se com tristeza exilado do seu Imaginário.
Fading: prova dolorosa segundo a qual o ser amado parece retirar-se de todo o contato sem que esta indiferença enigmática se volte contra o sujeito apaixonado ou se decida em benefício do outro, seja ele quem for, mundo ou rival.
Festa: o sujeito apaixonado vive todo o encontro com o ser amado como uma festa.
Identificação: o sujeito identifica-se dolorosamente com qualquer pessoa (ou personagem) que ocupe na estrutura de amor a mesma posição que ele.
Indução: o ser amado é desejado porque alguém lhe mostrou que ele é desejável - por muito especial que seja, o desejo de amor descobre-se por indução. "A beleza é a fonte necessária do nascimento do amor; predispõe-nos para a paixão pelos elogios que ouvimos dar a quem iremos amar"(Stendhal: De l'amour).
Insuportável: o sentimento de uma acumulação de sofrimentos de amor explode neste grito - "Isto não pode continuar."
Languidez: estado sutil do desejo de amor, experimentado na ausência deste, foa de todo o querer-para-si.
Louco: o sujeito apaixonado é atravessado pela idéia de que está ou vai ficar louco.
Magia: consultas mágicas, pequenos ritos secretos e ações de voto não estão ausentes da vida do sujeito apaixonado, seja qual for a cultura a que pertença.
Mutismo: o sujeito apaixonado angustia-se quando o objeto amado responde perniciosamente, ou não responde, às palavras (discurso ou cartas) que ele lhe dirige.
Nuvens: sentido e utlização de sombreamento do humor que atinge o sujeito apaixonado graças a circunstâncias várias.
Objetos: todo o objeto tocado pelo corpo do ser amado torna-se parte desse mesmo corpo e o sujeito sente-se apaixonadamente atraído por ele.
Porquê: ao mesmo tempo que se interrroga obcecadamente por que motivo não pe amado, o sujeito apaixonado vive com a convição de que, na verdade, o objeto amado o ama mas não o diz.
Sedução: episódio tido por inicial (embora possa ser reconstituido depois) no decurso so qual o sujeito apaixonado se sente "seduzido" (capturado e encantado) pela imagem do objeto amado (nome popular: amor à primeira vista; nome sábio: paixão).
Verdade: todo o episódio de linguagem relacionado com a "sensação de verdade" que o sujeito apaixonado experimenta ao pensar no seu amor, quer julque ser o único a ver o objeto amado "na sua verdade", quer defina a especialidade da sua própria exigência como uma verdade à qual não pode ceder.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Tomorrow Never Knows
Adeus meus bons amigos, até a proxima (afinal, nunca se sabe do instante seguinte...)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Lembrando de Raul parte I
Quando eu morri em dezembro
De mil novecentos e setenta e dois
Esperava ressuscitar e juntar os pedaços
Da minha cabeça
Um tempo depois um psiquiatra disse
Que eu forçasse a barra
E me esforçasse pra voltar à vida
E eu parei de tomar ácido lisérgico
E fiquei quieto lambendo minha própria ferida
Sem saber se era crime ou castigo
E se havia outro cordão no meu umbigo
Pra de novo arrebentar
Pois eu fui puxado à ferro
Arrancado do útero materno
E apanhei pra poder chorar
Quando eu morri suando frio
Vi Jimmy Hendrix tocando nuvens distorcidas
Eu nem consegui falar
E depois por um momento
O céu virou fragmento do inferno
Em que eu tive que entrar
Eu sentia tanto medo, só queria dormir cedo
Pra noite passar depressa
E não poder me agarrar
Noites de garras de aço
Me cortavam em mil pedaços
E no outro dia eu tinha que me remendar
E se a vida pede a morte
Talvez seja muita sorte eu ainda estar aqui
E a cada beijo do desejo
Eu me entorpeço e me esqueço
De tudo que eu ainda não entendi
De mil novecentos e setenta e dois
Esperava ressuscitar e juntar os pedaços
Da minha cabeça
Um tempo depois um psiquiatra disse
Que eu forçasse a barra
E me esforçasse pra voltar à vida
E eu parei de tomar ácido lisérgico
E fiquei quieto lambendo minha própria ferida
Sem saber se era crime ou castigo
E se havia outro cordão no meu umbigo
Pra de novo arrebentar
Pois eu fui puxado à ferro
Arrancado do útero materno
E apanhei pra poder chorar
Quando eu morri suando frio
Vi Jimmy Hendrix tocando nuvens distorcidas
Eu nem consegui falar
E depois por um momento
O céu virou fragmento do inferno
Em que eu tive que entrar
Eu sentia tanto medo, só queria dormir cedo
Pra noite passar depressa
E não poder me agarrar
Noites de garras de aço
Me cortavam em mil pedaços
E no outro dia eu tinha que me remendar
E se a vida pede a morte
Talvez seja muita sorte eu ainda estar aqui
E a cada beijo do desejo
Eu me entorpeço e me esqueço
De tudo que eu ainda não entendi
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
24 horas de consumismo sui generis
- Ponteiro laser para não pagar mico nas oficinas de fotografia;
- Uma furadeira de impacto + mandril + parafusos + brocas;
- Os livros (no Sebo Rebuliço)
CRIMES DE GUERRA: CULPA E NEGAÇAO NO SECULO XX
O QUE É JORNALISMO
OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO (cuidado ao ler esse livro hein?! e eu não sou antisemita!)
O LIVRO DOS INSULTOS DE H.L. MENCKEN
- Uma furadeira de impacto + mandril + parafusos + brocas;
- Os livros (no Sebo Rebuliço)
CRIMES DE GUERRA: CULPA E NEGAÇAO NO SECULO XX
O QUE É JORNALISMO
OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO (cuidado ao ler esse livro hein?! e eu não sou antisemita!)
O LIVRO DOS INSULTOS DE H.L. MENCKEN
quinta-feira, 30 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Nunca fez tanto sentido...

...de uma semana para cá (ou de uns meses, ou anos para cá) o sentido da frase q carregarei no braço até o fim dos meus dias.
ΚΑΤΑ ΤΟΝ ΔΑΙΜΟNΑ ΕΑΥΤΟΥ
κατά τον δαίμονα εαυτού
To the divine spirit within himself (o espírito divino dentro de si)
He caused his own demons (segundo seus demonios)
True to his own spirit (fiel ao seu próprio espírito)
No sentido mais lato da frase, me recordo de Bosch e seus diabinhos... há muitos deles se revolvendo aqui e ali...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Mais um canal...
...para este 21st Schizoid Man manifestar suas nóias e pensamentos (inúteis) sobre sua vazia vidinha cotidiana (bem mais rápido e dinâmico para atualizar):
http://twitter.com/JeanCorrea
http://twitter.com/JeanCorrea
segunda-feira, 13 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Sobre Kurt...
...a grande questão (que os lugares e sensos comuns não permitem o pensamento seguir adiante) não é saber se vale a pena morrer. Mas se vale a pena viver.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Uma foto
Um sentido:Iraquiano segura bebê, sobrevivente da explosão de um carro-bomba, em um distrito xiita de Bagdá. O bebê, que perdeu seus pais e seu irmão no ataque, foi encontrado com vida nos braços de sua mãe, no carro da família. Ao menos oito pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas devido à explosão, um dia depois que seis explosões deixaram 34 mortos na capital e mais de 90 feridos (FONTE: AFP/UOl)
O que dizer?
Além desse vazio, dessa impotencia, dessas lágrimas que insistem em aparecer, em quem talvez já devesse ter se acostumado, por 33 anos seguidos, a isso?
quarta-feira, 11 de março de 2009
Desculpem...
...vejo que o blog anda ate bem visitado ultimamente (rsss) mas quem quiser ler texto novo, vai ter de esperar...ocupações e dores de cabeça...desculpem!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Para jornalistas estressados...
Luta vã
(...) Pela palavra, nós que somos tortos, tímidos, gauches, retraídos, cegos, míopes, insensatos, inseguros, duvidosos, líricos, solitários, poéticos, incompreendidos, materialistas, sonhadores, espirituosos, recatados, ateus, sagrados, crispados, sublimados, inquietos, serenos, atormentados, mortos, nos construímos e nos revelamos”(...)
Ana Miranda
Ana Miranda
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
A poesia é...
Quem costuma frequentar o blog percebe que geralmente cito trabalhos dos poetas e poetisas que me agradam. É porque honestamente, não acho que saiba lidar bem com poesia - meu caso mal resolvido é com a prosa (tampouco a prosa ficcional, o que ainda faz com que eu seja ainda mais limitado).
Poesia aqui no blog segue a receita do personagem do filme O Carteiro e o Poeta, do Massimo Troisi: "a poesia não é de quem escreve, mas de quem necessita dela". Com os devidos créditos, obviamente...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Lupeu Lacerda
O poeta cariri não curte essa história de reproduzir os poemas dele a torto e a direito sem permissão, mas peço licença a ele com o devido crédito - e link pra o Séquiço Sacro - para citar uma pequena obra de arte do livro Entre o Alho e o Sal:
de que é feita a lua?
dizem que de nuvem, de açúcar mascavo,
de peças de fusca, parafusos e óleos,
de gaze,
de papel crepon, cimento e tijolos.
outros ainda, dizem que é de vento e barulho
de sal e pimenta, cristais de rocha
de velocidade,
asas e revólveres.
de brisa marinha, samambaias e
borboletas.
a que brilha no céu da minha boca
é feita de desejo e medo.
a que mora
dentro de mim
boca de fogo
e vulcões.
de que é feita a lua?
dizem que de nuvem, de açúcar mascavo,
de peças de fusca, parafusos e óleos,
de gaze,
de papel crepon, cimento e tijolos.
outros ainda, dizem que é de vento e barulho
de sal e pimenta, cristais de rocha
de velocidade,
asas e revólveres.
de brisa marinha, samambaias e
borboletas.
a que brilha no céu da minha boca
é feita de desejo e medo.
a que mora
dentro de mim
boca de fogo
e vulcões.
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